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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Pequenas idéias com grandes resultados!


Sensacional a iniciativa desse projeto patrocinado pela Volks. Me lembrou "Quero ser grande" com Tom Hanks. Mostra como um pequeno incentivo é o suficiente para fazer as pessoas se exercitarem mais. Para você que está com vontade de largar o sedentarismo, basta tentar torná-lo divertido. Curta o vídeo!


Vídeo retirado do Facebook de Ernesto Chapinel.

#forçaricardogomes


Campanha formidável. Mostra muito mais do que a merecida melhora do Técnico Vascaíno. Mostra solidariedade e respeito. Tapa na cara dos torcedores imbecis que sismam em atribuir guerra e ódio ao esporte!

Volte ileso Ricardo Gomes, o Futebol sente sua falta!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Restart não é rock!




O vídeo fala por si só. Ainda há esperança musical na nova geração, bastando apenas o engajamento dos pais e a premissa de que você deve sempre desejar e correr atrás de um futuro melhor para seu filho.

Ávido por Rock'n roll, a criança do vídeo se irrita rapidamente com a tentativa de embromação colorida chamada restart. E olha que ele nem tem idade para ter lido o post do Pitaco sobre os meninos de maquiagem.

É bem taxativo quando diz: "Não é rock", com a mesma certeza de quem sabe muito bem quem é o papai e quem é a mamãe.

Dizem por aí que esse bebê também reconheceu o ultimo assassinato de Insensato Coração: A Mart'nalia tentando cantar.

Estamos esperançosos com a nova geração!




quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Pitaco do leitor!

Seguimos a recém inaugurada sessão interativa do Pitaco com a participação do trovador Leo Perovano:


Sobre a famosa Pegada


Pegada. Andamos ouvindo este termo de forma corriqueira nos nossos meios de comunicação, televisão, Internet, bate papo na escola ou trabalho, e na grande maioria das vezes utilizadas para uma dita ‘característica positiva masculina’. Afinal, do que se trata esse termo? O que querem dizer com essa gíria? Isso não é um neologismo, mas vejo como um novo uso de um vocábulo que deixa várias definições. Claro que é uma noção aberta à interpretação pessoal e como pessoa tentarei expor um pouco a minha idéia.
Muitas comunidades nas redes sociais costumam ilustrar esta tal de ‘pegada’ com um casal, geralmente um homem forte de calça jeans e sem camisa dando uma bela ‘encoxada’ em uma moça bonita. Só que acredito que isso também é só uma representação visual de algo mais subjetivo ainda. A ‘pegada’ trata justamente da pegada que o homem deixa por onde passa e quem ou o quê ele ‘pega’.
Pegada é atitude. Como você deixa sua marca na vida? Vai caminhando em ovos, pisando delicadamente, temendo as reações negativas da sociedade? Ou pisa com confiança, deixando sua característica nas decisões que vai tomando? Você deixa para amanhã tarefas que podem lhe deixar em uma situação difícil ou simplesmente pega as oportunidades que o destino lhe oferece com confiança?
Sabe-se que é cobrada a pegada masculina, contudo temos muitas mulheres com mais pegada do que os homens. Atualmente eu tenho quase certeza que as mulheres tem mais pegada que os homens. Só que temos também muitas mulheres que cobram essa pegada sendo que não tem nenhuma. É como oferecer uma sopa de chuchu sem sal. É super saudável, mas não alimenta uma pessoa ativa.
Costumam colocar a culpa em algo imponderável, se desculpam dizendo: ‘não rolou, não teve química’. Há uma famosa saída entre parte da juventude na qual me relaciono: ‘Se não rolou a química, tenta a física’. Simplório demais né? Só que algumas vezes funciona. Física é física, é Newton, é lei, como a terceira, da inércia que fala da ação e reação.
Minha idéia dessa lei é que para haver atração entre dois corpos é necessário contato, um tato apurado, uma intensidade aproximada, afetividade no sentido oposto sem medo de se estar exposto.
Mas nem sempre temos razão, fazemos o que bem queremos do nosso jeito, com nossas características, expondo nossa opinião, e o consenso surge da resultante apavorante de um emaranhado de respostas divergentes. Nunca se pode vencer uma discussão, só se chega a um ponto onde se acha suficiente o aprendizado, mesmo que seja um resultado desagradável.
Um simples encontro de almas pode ser puro repouso, serenidade como num pouso suave. Só que também pode ser movimento, explosão de sentimentos! Destruição ou criação, religação ou agressão e a aceleração dessas reações é igual à paixão com a qual investe nas relações que estabelece.
Finalizando, tenho a impressão de que se quer impressionar alguém, precisa atingi-lo com um meteoro da paixão (Como diria um sertanejo popular brasileiro). Crie o seu meteoro com suas próprias idéias e gostos. Faça suas fórmulas de física mesmo que esteja completamente errado, e mesmo que não entenda nada de física. Saia do casulo, não precisa virar borboleta pra isso, mas se quiser, fique à vontade. O negócio é não ficar estagnado, parado, nulo. Tenha atitude! Aja, crie, surpreenda, viva com intensidade e deixe no mundo inteiro sua pegada. Vai passar a vida inteira olhando para um passado que parece ser mais interessante que o presente?

Texto escrito por Leonardo Perovano



terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pitaco do leitor!

Nesse post tivemos a participação de um ilustre leitor. Seu pitaco é sobre um tema muito pertinente e polêmico!



O direito de ser contra o homosexualismo e contra a homofobia ao mesmo tempo

Primeiramente, não sou nem nunca fui contra os homosexualismo mas não sou a favor dessa imposição da mídia, políticos e sociedade em geral para que todos aceitem o homosexualismo.

Se essa aceitação ocorresse, Marcelo Dourado não teria ganho o BBB-10, ao gritar: “Orgulho hetero” no programa, mostrando claramente aos telespectadores que não é simpatizante com o homosexualismo.

O radicalismo dessa imposição foi maior no momento em que o Ministério da Educação quis distribuir um kit gay nas escolas públicas para crianças de 7 a 10 anos. O kit foi suspenso pela presidente Dilma Roussef. Para protestar, o deputado Jair Bolsonaro (PP) distribuiu cerca de 50 mil panfletos “anti-gays” em escolas e residências no Rio de Janeiro, que diz o seguinte: “Com o falso discurso de combater a homofobia, o MEC, na verdade incentiva o homossexualismo nas escolas públicas do 1º grau e torna nossos filhos presas fáceis para pedófilos"

Obviamente q nao deve haver preconceitos e discriminação contra homossexuais, mas hj em dia a pessoa já é rotulada de homofobica apenas por nao gostar de ver duas pessoas do mesmo sexo se beijando no meio da rua. Deve sempre haver a liberdade de expressão e opinião, como por exemplo o direito de um deputado criar “ O Dia do Orgulho Heterosexual”, em resposta ao “Dia do Orgulho Gay”. o que está gerando muita polêmica. O projeto de lei do dia do orgulho hetero é do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que argumenta: "No momento que discutem preconceito contra homossexuais acabam criando outro tipo de discriminação contra os heterossexuais", argumenta ele.

Por isso não devemos confundir quem é contra o homosexualismo mas ao mesmo tempo é contra a homofobia, pois essa pessoa pode não aceitar a praticar homosexual mas também não aceita que um gay, lesbica ou transexual seja agredido verbalmente ou fisicamente.

Texto escrito por Rafael Poubel.

sábado, 13 de agosto de 2011

Funk com raízes na Bossa Nova - by Tom Zé.


Em mais uma prova de sua genialidade Tom Zé vem explicitar toda uma desproposital influencia cultural e histórica no refrão de um funk carioca - "Atoladinha".

Vale ressaltar que ele em momento algum diz que isso foi intencional e/ou pensado, mas comprova apenas a humildade que deveria pertencer a todos em enxergar arte até no mais esdrúxulo. Além disso, é muito engraçado!

Nunca falei tão bem de um funk carioca...rs