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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cães Raivosos da ignorância!


Tive que reproduzir o texto abaixo. Nem recomendar o Link era o suficiente, de tão claro e forte é o texto. 
O Colunista tem TOTAL razão no que diz e realmente muita gente de internet deveria se envergonhar.

Mas tem um detalhe. Sou honesto comigo mesmo o suficiente para saber que se o caso acontecesse com Fernando Henrique Cardoso, talvez eu seria um dos que encabeçariam uma campanha para que ele fosse se cuidar do SUS esquecendo completamente o ser humano por trás do político. Esse foi meu pitaco sincero!

Folha.com
30/10/2011 - 11h09
O câncer de Lula me envergonhou
DE SÃO PAULO

Senti um misto de vergonha e enjoo ao receber centenas de comentários de leitores para a minha coluna sobre o câncer de Lula. Fossem apenas algumas dezenas, não me daria o trabalho de comentar. O fato é que foi uma enxurrada de ataques desrespeitosos, desumanos, raivosos, mostrando prazer com a tragédia de um ser humano. Pode sinalizar algo mais profundo.

Centenas de e-mails pediam que Lula não se tratasse num hospital de elite, mas no SUS para supostamente mostrar solidariedade com os mais pobres. É de uma tolice sem tamanho. O que provoca tanto ódio de uma minoria?

Lula teve muitos problemas --e merece ser criticado por muitas coisas, a começar por uma conivência com a corrupção. Mas não foi um ditador, manteve as regras democráticas e a economia crescendo, investiu como nunca no social.

No caso de seu câncer, tratou a doença com extrema transparência e altivez. É um caso, portanto, em que todos deveriam se sentir incomodados com a tragédia alheia.

Minha suspeita é que a interatividade democrática da internet é, de um lado, um avanço do jornalismo, e, de outro, uma porta direta para o esgoto do ressentimento e da ignorância.

Isso significa que um dos nossos papéis como jornalistas é educar os e-leitores a se comportar com um mínimo de decência.

Gilberto Dimenstein, 54, integra o Conselho Editorial da Folha e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver em Harvard projeto de comunicação para a cidadania.

sábado, 29 de outubro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Um pouco de verdade!



Assalto ao Banco!


Assalto ao Banco - Luís Fernando Veríssimo


__Alô? Quem tá falando?
— Aqui é o ladrão.

— Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?

— Não, os funcionário tá tudo refém.

— Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil... mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?

— Impossível. Eles tá tudo amordaçado.

— Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?

— Claro que não mermão. Quanta ignorância! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!

— Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...


— Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!


— Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.


— Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um seqüestro. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.

— Sei, sei. O senhor ta na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.


— Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!

— Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?


— Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?

— Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?


— Não...já falei...eu sou... Peraí bacana... hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.

(um minuto depois)

— Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.

— Puxa, que incrível!


— Incrive pur que? Tu achava que era menos?


— Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir aquela musiquinha 'Pour Elise'.


— Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?


— Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?

— Nadica de nada, já ta tudo acertado!


— Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...

(De repente, ouvem-se tiros, gritos)


— Ih, sujou! Puliça!


— Polícia? Que polícia? Alô? Alô?

(sinal de ocupado)


— Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo!


(Luís Fernando Veríssimo)

Em homenagem ao ENEM dessa semana!


Prova do Curso de Química, foi perguntado: 
-Qual a diferença entre SOLUÇÃO e DISSOLUÇÃO? 
Resposta de um aluno: 
- Colocar UM dos POLÍTICOS BRASILEIROS num TANQUE DE ÁCIDO para que DISSOLVA é uma DISSOLUÇÃO. Colocar TODOS é uma SOLUÇÃO!*

*E completou:  
"Se Liofilizar, teremos o mais puro Extrato de Pó de Merda do mundo"

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Nesse natal: Peru recheado de Coca!


Vídeo enviado por Lucio Amaral onde traficantes transportam cocaína dentro de perus vivos! Deve ser campanha de natal!

Os perus e os protetores de animais tinham que ficar felizes, podia ser pior. Podiam estar contrabandeando cd's do Luan Santana!

Agora uma coisa é certa, para a polícia pegar, só com X9. Como que os cães farejadores pegam um negócio desse?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Nossos bonecos nos adoram!


Vídeo muito legal onde personagens de jogos do Playstation 3 se encontram num bar para agradecer ao Michael (jogador que os salvaram tantas vezes).