Vale a pena transcrever só pela idéia que essa frase passa, independente se foi o Eminem mesmo quem criou ou não:
"Eu não me importo se você é branco, negro, hétero, bissexual, gay, lésbica, baixo, alto, gordo, magro, rico ou pobre. Se você for gentil comigo, eu serei gentil contigo, simples assim!"
Um vídeo muito interessante que mostra o passar do tempo para uma mulher. Ilustra bem aquela expressão "Minha vida inteira passou diante dos meus olhos". Vale a pena assistir pelos efeitos especiais. Vale a pena assistir pela mensagem. Vale a pena assistir pela reflexão.
Eu pelo menos vi nesse vídeo como nossa vida é efêmera. Quando somos jovens não enxergamos essas coisas porque tudo é novo e queremos o mundo pra ontem. Quando você se dá conta pela primeira vez de que não fez coisas e que não há mais tempo para fazer, aí já é tarde demais.
Cuidado! Só não reflita muito e fique deprimido. Se você tem 100 anos de idade, ainda tem muito pela frente!
Longa ausência no Pitaco. Sei disso! Desculpas a todos. Surpreendentemente a ausência nada tem a ver com compromissos, viagens ou saúde. Simplesmente não havia o que escrever ou colocar no Pitaco, e quem conhece sabe, aqui só entra Pitacos com tesão!
Se você não entendeu, vai entender se assistir esse vídeo. Já faz algum tempo que considero o Fantástico merecedor de alguns elogios. Apesar de pertencer a mesma emissora que nos brinda com Faustão e BBB, ao menos esse programa está provando que tudo é passível de melhora, basta querer. Esse domingo (hoje) foi recheados de boas matérias. A matéria da prisão do traficante NEM, mega pop star substituto do Beira-Mar (no que diz respeito a celebridades do crime superexpostas); o quadro sobre o cigarro do Doutor Carandiru; os bastidores da mais nova vergonha paulistana, os mimadinhos delinquentes destruidores de reputação dos movimentos estudantis, os maconheiros da USP; e finalmente esse ótimo depoimento de Amyr Klink.
O quadro em si é muito interessante, quando o convidado é interessante, óbvio (o que não é o caso da Suzana Vieira por exemplo). Esse aventureiro tupiniquim (embora ele admita no programa que não é fã de aventuras) merece sinceramente figurar na galeria de célebres e históricos personagens da história brasileira. Por falar em galeria, a minha galeria de sonhos agora vai ter também o desejo de um dia sentar com um cara desses e bater um papo. Ou melhor, só ouvir!
Se ele reprisar o que disse aí já vai estar de bom tamanho. Não vou fazer sinopse porque vale a pena assistir mesmo, mas atente-se a fala do Sr. Klink quando ele revela que a felicidade está nas pequenas coisas e que todo ser humano necessita de um desafio, aventura ou assemelhados.
Graças a sujeitos assim eu acordo mais feliz de ser brasileiro.
Todos sabemos como a habitação no Brasil nas áreas de comunidades humildes é algo preocupante. Tragédias como a ocorrida na região serrana do Rio de Janeiro expuseram a fragilidade dessas famílias. Apesar de ter sido danoso para todos, os mais pobres foram o que mais sofreram (e continuam até hoje). Num tom menos catastrófico, a reportagem acima trata do frio que maltrata os moradores de Passo Fundo no Paraná. Em casas de madeira, as frestas impedem a entrada do sol, mas não impedem uma corrente gelada que prejudica os moradores, principalmente as crianças.
Como nunca vale a pena esperar a ajuda da UNESCO (e afins), os políticos estão ocupados batizando ruas, escolhendo carros de luxo para o dinheiro público pagar ou batendo em bombeiros e professores, cabe a população e cidadãos notáveis atribuir soluções que deveriam se dadas por quem votamos para fazê-lo. A senhora da matéria além de promover a sustentabilidade, também arrumou um jeito de ajudar o próximo de carona. Merecedora de um prêmio, ela descobriu como simples caixinhas de leite podem impedir doenças e melhorar a qualidade de vida dos mais necessitados. Imagina o que essa senhora poderia fazer com meia verba de gabinete de um Deputado.
Pessoalmente só não sei se grudar as caixas com grampeador é uma boa idéia. Acho que deve envelhecer e soltar com mais facilidade. Mas aí também cabe aos próprios beneficiários arrumarem um jeito de perpetuar a medida.
O que também não entendo é como uma fábrica de leite não toma conhecimento de uma ação dessa e promove uma promoção sustentável incentivando o recolhimento dessas caixas vazias e ela mesma confeccionando esse "papel de parede" protetor e sustentável nas comunidades. Deixam passar essa oportunidade de ouro de melhorar sua imagem, ganhar com essa visibilidade positiva e ainda por cima ajudar a população. É realmente dar muito mole!