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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pérolas de Sabedoria by Capitão Nascimento

"A verdade é que a Polícia Militar do estado do Rio de Janeiro deveria acabar!"

Voe TAM!

Um post um pouco atrasado, mas antes tarde do que nunca!

Já estou há dois dias em MS (se fugiu da escola e não sabe onde é, azar o seu).
Não poderia deixar de dar o meu pitaco sobre a escolhida companhia aérea que me trouxe até aqui. TAM.

Por enquanto nessa vinda tenho ponderações apenas positivas. Sempre fui cliente GOL. Principalmente por causa das promoções. Porém ao juntar meus pontos de milhagem, fui convencido a fazê-lo no cartão TAM de fidelidade. Nada melhor do que testar um serviço experimentando de graça. Foi o que eu fiz.

Gostei do Check-in. Ligeiro e cortês. Gostei da pontualidade (sei que quando o tempo e o aeroporto ajuda). O atendimento de bordo foi muito bom.

Não passei mal na decolagem. Na GOL, sempre que o avião subia, minha cabeça doía muito. Conversando com um amigo que foi piloto de avião, ele me assegurou que isso acontece por má regulagem da despressurização, tarefa do piloto.

O lanche foi surpreendente. Acostumado ao amendoim safado da gol ou a barrinha de cereal killer, comecei a viagem com salada de fruta e um brioche de presunto com sucos. No segundo avião que pegamos, conexão, um pão integral com peito de peru e pasta de azeitona e mais uma vez um suquinho.

Do restante a viagem foi supernormal. Revistas a bordo, workalics ao lado lendo planilhas e preenchendo relatórios. Medo do avião cair. Básico.

Lucas no forninho adorou ou odiou, porque não parava de mexer na barriga da mãe.

Vou mandando mais notícias assim que puder. Mas não esqueçam. Estou de férias!

Até parece!

Tirei essa foto com meu celular semana passada. Esses são os "caveirões" da prefeitura. Arrecadadores de dinheiro em quatro rodas. Os blindados da safadeza. A máquina de dinheiro para os corruptos.

Eu poderia ficar horas aqui despejando adjetivos à altura dos imundos que controlam a indústria das multas. Mas o tempo é escasso.

Bom, mas o que me chamou a atenção foi a falácia "Mantenha o reboque vazio..."

Putz, quer me enganar me dá bala! Faz por meia que sou estudante! Até parece que o real desejo da turma da prefeitura é esse. Se a gente se conscientizar e estacionar corretamente, logo logo arrumam outra maneira de chupar dinheiro dos cidadãos honestos e trabalhadores.

Pro inferno com a máquina safada do Detran.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Desenhos Perversos!






Na ordem:

Ursinho Puff
Pequena Sereia
Mulan
Branca de Neve
Alice
A bela e a fera

Sinistro!

obs: Consegui esse belo material no orkut do Sergin.

Quando nos transformamos nesse bando de Bostas!?

1959 X 2010

Cenário 1: João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.

Ano 1959
: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando 1 hora, vem o diretor, lhe dá uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe.
Ano 2010: É mandado ao departamento de psiquiatria, o diagnosticam como hiperativo, com trastornos de ansiedade e déficit de atenção em ADD, o psiquiatra lhe receita Rivotril. Se transforma num Zumbí. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.


Cenário 2: Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.

Ano 1959
: Seu pai tira a cinta e lhe aplica umas sonoras bordoadas no trazeiro... A Luis nem lhe passa pela cabeça fazer outra nova "cagada", cresce normalmente, vai à universidade e se transforma num profissional de sucesso.
Ano 2010: Prendem o pai de Luis por maus tratos. O condenam a 5 anos de reclusão e, por 15 anos deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis se volta para a droga, vira um delinquente e fica preso num presídio especial para adolescentes.

Cenário 3: José cai enquanto corria no patio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo...

Ano 1959
: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.
Ano 2010: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos, ganhando os dois juizos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida...


Cenário
4: Disciplina escolar

Ano 1959
: Fazíamos bagunça na classe... O professor nos dava um belo de um esporro e/ou encaminhava para a direção; chegando em casa, nosso velho nos castigava sem piedade.
Ano 2010: Fazemos bagunça na classe. O professor nos pede desculpas por repreendernos e fica com a culpa por faze-lo . Nosso velho vai até
o colégio se queixar do docente e para consolá-lo compra uma moto para o filhinho.


Cenário
5: Horário de Verão.

Ano 1959:Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. Não acontece nada.
Ano 2010: Chega o dia de mudança de horário de inverno para horário de verão. A gente sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite, nas mulheres aparece celulite.

Cenario
6: Fim das férias.

Ano 1959: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini, após 15 dias de sol na praia, hora de voltar. No dia seguinte se trabalha e tudo bem.
Ano 2010: Depois de voltar de Cancún, numa viajem 'all inclusive', terminam as férias e a gente sofre da síndrome do abandono, pánico, attack e seborréia...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Mega Feira de Gestantes e Bebê Rio Centro!

Hoje fui a Mega Feira de Gestantes e bebês do Rio Centro com minha esposa e meu filho no forninho!
Entrada Gratuita. Grande atrativo. Ledo engano. Exceto se você for a pé, o que para quem conhece a geografia do Rio Centro é desaprovado pela ONU. Ir de ônibus também é inaceitável, afinal, estamos falando de gestantes, e bebês. Daí vêm a falácia. Entrada Gratuita, porém o estacionamento é R$ 4,00 POR MEIA HORA (eu nunca tinha usado o negrito nesse blog)!

Cada meia hora passada é mais R$ 4,00 até o limite de R$ 12,00 a diária. Porque não colocar logo R$ 12,00 o estacionamento? Isso porque o caminho do estacionamento a feira leva mais ou menos 20 minutos. Outra crueldade com quem está levando crianças, seja pela mão ou na barriga.

Enfim, R$ 12 contabilizados, vamos a feira.

As pessoas que organizam devem aproveitar a estrutura de uma Feira da Providência, Um mega feirão Casas Bahia pra fazer uma feira de gestantes. Galera, uma feira de gestantes tem uma quantidade enorme de que? Gestantes!

O problema é que os corredores são estreitos e os stands são em sua maioria abafados. Um ponto positivo é que há uma boa quantidade de locais para sentar, afinal as grávidas se cansam. Mas a hora de ir embora é o maior drama. Não há uma saída , você sai pela entrada. E para isso tem que voltar todo o caminho que você fez praticamente. Uma estratégia de marketing para você privilegiar os primeiros stands, porém prolongar o sofrimento do cliente. Sugeriria que houvesse um corredor reto que ligasse o final da feira a saída (entrada), controlada por um funcionário para ser uma mão dupla (afim de evitar que quem chega usasse para ir direto ao final).

Outra coisa. Alguém avisou que grávidas precisam ir ao banheiro de 20 em 20 minutos? Um banheiro apenas fazia as graças, e adivinha aonde? Quase na entrada.

Stands que fazem sucesso (geralmente onde estão as promoções) são um verdadeiro inferno. As filas impedem a passagem das pessoas e vamos combinar, não há prioridade nas filas num evento de gestantes. Como definir qual grávida é mais prioridade?

Não havia uma sinalização do posto médico (pra falar a verdade nem vi, nem sei se tinha). Ambulância, se existia deveria ser no mínimo duas (já combinamos que não estamos falando de feirão Casas Bahia ou Feira da Providência).

Só sei que de férias, nunca me cansei tanto!

The fifties!

Estou "ferioso". É isso aí. Inventei um neologismo para "estou de férias".
E para me despedir do trabalho em grande estilo resolvi fazer estravagância no ultimo almoço antes das férias ontem! Fui no Barrashopping e almoçamos eu e Raphael no Fifities.
Na verdade não fomos já com esse intuito, a idéia era almoçar num lugar diferente do que fazemos todos os dias, mas andando no sentido da praça de alimentação vimos banners espalhados no shopping e fomos comprados pela publicidade.

O atendimento foi rápido, cortês. A decoração é magnífica. O uniforme dos garçons é nostalgia pura. Mas uma coisa chamou a atenção do meu colega. Uma plaquinha em cima da mesa fazia propaganda do Happy Hour do Fifties. Não me lembro todo o texto, mas havia uma parte assim: "Traga seus amigos para a melhor hamburgueria de São Paulo..."

Putz. Alguém avisou a eles que estamos no Rio de Janeiro. Sei que estavam num shopping, mas ao sair ninguém percebia a ausência de cheiro de fuligem. O sol brilhando. O odor de maresia (a praia logo ali). As pessoas descontraídas, mesmo num dia de trabalho. O calor infernal. A ausência de trânsito, buzina e cantadas de pneus. Ninguém falando pelo nariz, ou com sotaque italiano ou voz grave de pseudo-rapper. Mulheres bonitas com pouquíssima roupa.
Mas eu e meu colega chegamos a conclusão de que eles podiam fazer isso. Carioca leva tudo na sacanagem. Aquilo deve virar motivo de 30 segundos de piada e depois partem para outro assunto.

Agora vai colocar uma plaquinha semelhante em São Paulo com dizeres "traga seus amigos para a melhor hamburgueria do Rio de Janeiro.
Paulista vai dar chilique, pular 3 metros e ameaçar colocar na justiça com o dedinho mindinho em riste!

Mas justiça seja feita. O hamburguer é delicioso, com aquela cara de anos 50, o pão diferenciado, aquela carne diferente da carne de minhoca do Mc Donalds, verdadeira carne moída prensada. E pra acompanhar, pedi um milk shake igualzinho aqueles de filme dos anos 60 quando o pai leva as crianças na sorveteria. Além de saborosos são feito em grandes vasilhames de alumínio despejados naqueles copões. Faltou só o Chantily e a cereja em cima. Mas eu acho que eles têm isso. Eu que não pedi. Ahhh.. já ia me esquecendo. A batata é batata de verdade. Não é aquelas semi prontas que qualquer um compra no supermercado não. É cortadinha a mão, na fritura até com pontinhos de queimado. Maneirissimo.

Eu recomendo! Se você não for um bairrista puxador de briga com espírito paulistinha.