Páginas

terça-feira, 26 de abril de 2011

PitaCultura: "A minha versão do amor"


Como decidi passar o feriadão da páscoa em São Paulo, pensei em dar uma olhada nas estreias do cinema e fazer algo que valesse a pena no fds. Um filme me chamou a atenção pelo nome: "A minha versão do amor", a principio parece um nome pretencioso, mas se formos pensar bem, é bem direto e até modesto. No elenco, tinha o ator Paul Giamatti, o que considero um ponto positivo. É um ator com um perfil meio de personagem fracassado, "perdedor", mas engraçado e carismático ao mesmo tempo. Salvo um "Almas a venda" aqui e acolá, seus filmes costumam ser muito bons. Decidi morrer uns 20 reais num ingresso inteiro e conferir o tal filme. Que dinheiro bem gasto! Ótimo o filme, um misto de humor, humor negro, drama e romance em perfeito equilíbrio. A personagem de Paul Giamatti é perfeita: passa o filme inteiro bebendo, fumando charuto, quando não os 2 ao mesmo tempo, meio rabugento, impaciente, mas tão intenso, tão sincero...como bonus, ainda tinha Dustin Hoffman hilário como pai de Giamatti.
O filme basicamente relembra a vida de Barney Panofsky (Giamatti) através de seus 3 casamentos. Passagens hilárias, momentos de intensa amizade, amor, coragem, enfim, dificil descrever o filme, não quero estragar o programa de quem se interessar em assisti-lo. Só uma pitadinha: qual a chance de se conhecer a mulher de sua vida na festa do seu próprio casamento? Evidentemente, a tal mulher não era a noiva... garanto que quem assistir o filme vai dar muita risada, se emocionar e quem sabe até chorar. Impossível ficar alheio ao personagem de Giamatti, um cara normal como qualquer outro e ainda assim tão diferente de todos.
O grande charme do filme, na minha opinião, é mostrar como o amor, o verdadeiro amor, se percebe nos pequenos detalhes, nas coisas mais banais e corriqueiras, ao contrário do que às vezes imaginamos. Ficamos pensando que uma grande prova de amor seria, por exemplo, botar uma faixa num avião e mostrar pra cidade inteira que se ama determinada pessoa, quando uma situação cotidiana pela qual passamos batido durante o dia pode significar muito mais nesse sentido. A tradução do título do filme para o português foi brilhante nesse sentido, perfeita para descrever que trata-se da opinião/visão de Barney sobre o que seria o amor para ele. Um filmasso que recomendo a todos sem medo de errar. Estreou na sexta-feira 22/04 em São Paulo, vale a pena ir atrás onde quer que voce esteja. Não se deixe levar pelo título, está longe de ser mais uma comédia romântica americana sem graça. É um filme sensível e divertido, entretenimento de qualidade ao alcance da maioria. Vale a pena!!!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Indústria da multa deixa PAC para trás!


Hoje eu me impressionei com a eficiência do governo! Não estou falando de obras num hospital da rede pública, ou investimento em novas viaturas para a polícia, muito menos no findar de obras públicas intermináveis. Falo do temporizador de semáforo.

Todo morador do Rio de Janeiro, principalmente as vítimas da Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, sabem que os radares de semáforos, apesar de desenvolvidos para multar também quem ultrapassa a velocidade mínima, estavam punindo apenas quem ultrapassava o sinal vermelho. A legalidade na multa da velocidade caiu porque o judiciário decidiu que para multar a velocidade, deveria haver um temporizador no semáforo, cronometrando o tempo faltante para o sinal abrir ou fechar.

Nem bem a notícia saiu, os temporizadores pilotos já encontram-se instalados e operacionais na dita cuja avenida na altura do PromoInfo Barra.

Infame prefeito, governador e afins. Eu gostaria de apenas 10% dessa velocidade nas obras de saneamento básico faltantes na maioria das comunidades do Rio de Janeiro. Ou uma tempestividade assim na construção de hospitais de qualidade que venham a combater a superlotação dos já existentes. Nem o governo federal com o seu PAC conseguiu tamanha rapidez e competência como seus temporizadores para acelerar as multas e a extorsão do cidadão comum afim de alimentar a máquina gorda da corrupção e que sustenta a safadeza política de nosso estado e país.

Ao menos eles vão ter que manter o asfalto realmente liso. Esburacado não dá para ultrapassar a velocidade permitida.

Não me canso de dizer: Cada dia que passa cospem mais na nossa cara.

sábado, 23 de abril de 2011

Teatro dos Grandes Atores é Contra o Teatro!


A carinha feliz atrás é para o show do Serginho Malandro. Já a carinha triste na frente é para a administração do Teatro, do Shopping e do Estacionamento.


Parece piada mas não é. Dizer que um Teatro não apoia o Teatro é como médico que fuma. É incoerente mas você sabe que existe. Eu mal imaginava que o post anterior sobre o péssimo atendimento na bilheteria do Teatro dos grandes atores era apenas o começo. Muita merda ainda estava por vir.

Ontem terminei de postar o texto sobre os atendimentos na Padaria Nobreza do Recreio e o Teatro dos Grandes atores, e saí com minha esposa e um casal de amigos de fora do Rio para assistir a Comédia Stand Up do Sérgio Malandro.

Ao chegar no Shopping Barra Square (que abriga o infame Teatro) já me deparei com uma situação que me gerou muita curiosidade. O Shopping LOTADO (principalmente nos parâmetros "daquele" shopping, que vive as moscas) e uma quantidade grande de lojas fechadas! Isso mesmo. As pessoas zanzando olhando vitrines, mas impossibilitadas de gastar seu dinheiro pois os donos (que devem estar podre de ricos) já tinham ido pra casa. Não adianta vir me falar que é determinação do shopping, porque as haviam poucas lojas abertas (e lotadas vendendo muito). Falo inclusive das lanchonetes. O bob's, um dos abertos, estava fazendo a festa!

Mas falta de visão administrativa a parte, comprei um milk shake para minha esposa e descemos para a peça, pois faltavam dez minutos para o inicio da mesma, de acordo com o bilhete. Ledo engano! Uma fila quilométrica e mal organizada em frente ao teatro mostrava que o atraso era algo certo e que ao invés de onze horas, o show iria começar no mínimo uns 30 minutos depois.

Sem remédio fomos ao final da fila e nos resignamos àquela falta de organização e consideração. Eu apenas torcia para a fila não demorar muito, afinal de contas, minha esposa está grávida, e ficar muito tempo em pé não é muito saudável nem pra ela, nem para Lucas no forninho.

Algum tempo depois a fila andou. Até que foi rápido. Demorou para começar a andar, mas chegamos rápido na entrada. Rápido demais. Um segurança com educação londrina ordenou-me que terminasse o milk shake, pois até lá eu estaria proibido de entrar com a bebida.

Me causou muita estranheza. Eu imaginei que deveria haver uma loja de conveniências lá dentro e a medida, muito utilizada em diversos locais, era para que eu consumisse apenas o monopólio que se vendesse lá dentro. Mas e estava errado. Não se vendia nada lá dentro. Como eu acho difícil que o risco fosse eu usar o milk shake para algum atentado terrorista, ou fosse ferir alguém com a baunilha, particularmente não entendi tamanha intransigência. Provávelmente o que eu via na minha frente era um exercício vivo sobre a teoria do poder, de Michel Foucault (quer conhecer alguém, dê poder a ele). Quando terminei para minha esposa (ela não conseguiria sozinha), ele ainda quis me impedir de usar a lixeira de dentro da casa, queria que eu entrasse sem a embalagem e tudo. Aí vai me desculpar, mas vai se f%$*%. Entre assim mesmo e joguei fora lá dentro do teatro. Vai procurar o que fazer!

Não há muito o que se estender quanto as instalações. Uma porcaria. Apertado, quente, com poltronas muito coladas e extremamente desconfortáveis. Acredito que assistir uma peça dentro de uma cela de um presídio carioca deva ser mais gostoso que naquele teatro. Se o Sérgio Malandro não pedisse no inicio da peça para ligar o ar condicionado, com certeza sairíamos de lá com uns quilinhos a menos e o teatro com uma grande economia de energia elétrica. Visando unica e exclusivamente o lucro, se a administração do teatro pudesse, venderia ingressos para sentarem no nosso colo, tamanho era o aproveitamento de espaço para lucrar mais e deixar no banco de reservas o conforto.

Porém nobres leitores, quando se vai assistir uma peça mal atendido, mal assistido, mal tratado e mal humorado, fiz um imenso controle para não deixar aquele teatro imundo permear minha opinião sobre a peça. Não precisei!

Serginho Malandro foi magnânimo! Com todo o respeito coloco nele uma culpa involuntária do teatro cagar tanto para o cliente. Ele foi tão engraçado e talentoso que anestesia toda aquela imundícia com CNPJ de casa de espetáculos.

Piadas engraçadas, pertinentes, merchandising limpo e dentro do contexto cômico, participações mais que especiais dos filhos e eventualmente naquela noite, Gigante Leo, Mister M (convidados na platéia), Sergio Malandro encantou e consolidou-se como ídolo da minha infância e agora fase adulta. Parabéns Serginho. Recomendo a peça para todos os amigos, e o teatro para meus inimigos. Logo, casa cheia para você. Ele fez valer as interpéries do animal que administra a casa de espetáculos.

Para encerrar com chave de ouro, uma fila quilométrica também para pagar o estacionamento. Com uma imensa torcida para que o espectador não retorne nunca mais, a administração do shopping dá sua mãozinha, permitindo que o estacionamento seja controlado por uma empresa inapta e sem capacidade de administrar nem uma barraquinha de pipoca. Se ao menos os comes e bebes da praça de alimentação estivessem abertos e lucrando, a fila seria menor, mas com tudo fechado, restava as pessoas gastar seu dinheiro em outro lugar do cenário carioca.

PARABÉNS SHOPPING BARRA SQUARE, TEATRO GRANDES ATORES E ESTACIONAMENTO SEI LÁ O QUE. PRÊMIO EMPREENDEDORES DE MERDA PARA VOCÊS!


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Teatro dos Grandes Atores na Barra, e Padaria Nobreza no Recreio!

Já fazia um tempo que não tecia críticas ou elogios a algum estabelecimento bancário. Pois é. Cá estamos novamente, desta vez para uma crítica dupla.

Ontem, ao buscar na rodoviária amigos turistas em visita ao Rio de Janeiro, decidimos tomar um café na padaria Nobreza, localizada no bairro Recreio dos Bandeirantes, próximo a Genaro de Carvalho. Como estava muito cedo, não queríamos acordar todos em casa então ao mesmo tempo que tomávamos o café da manhã, faríamos uma horinha para dar tempo de todos acordarem num horário merecido de feriado.

Dizem que todos acordamos de mau humor. Pois vou te falar que o atendimento da dita cuja padaria tinha acabado de acordar naquele minuto, porque a balconista que fazia as cobranças parecia que estava lá fazendo um favor "madre Teresa de Calcutá" pra gente. Cara amarrada, balbuciando numa pronúncia misteriosa, tive a impressão que ela invocava um feitiço contra a gente. Para finalizar com chave de ouro, ela "misteriosamente" esqueceu como se passava o cartão na maquineta, nos fazendo remoer os bolsos a procura de trocados ali e acolá para pagar a conta porque ela não sabia mais passar o cartão. Imagina se você sai as 5 da manhã de casa para a rodoviária e prepara o bolso com dinheiro? Para o pedágio eu tenho o TAG, não iria estacionar, e até boca de fumo hoje aceita cartão, então no bolso, só trocados para alguma emergência.

Pois é, é emergência aquela padaria rever seus conceitos e trocar os funcionários.

No fim da noite de hoje então, constatei que a mesma firma de RH da padaria mencionada acima, faz também as contratações da bilheteria do Teatro dos Grandes Atores. A impressão que tenho é que foi colocado o seguinte anúncio no jornal:

" Se você tem experiência em atendimento, está desempregado e tem um péssimo humor, seu lugar é conosco. Traga logo essa cara feia e seu curriculum para cá e comece já!"

A nata do mau humor foi para a bilheteria do Teatro. Um teatro onde recentemente tem passado predominantemente peças de stand up comedy. Posso ter que me equivocado. Essa é uma estratégia de marketing. Você é mau atendido na bilheteria, com extremo mau humor a atendente lhe fornece a entrada, então você contaminado e deprimido passa a achar qualquer piada engraçada quando assiste as peças. Só pode!

Recomendo: Se frequentar a padaria Nobreza no Recreio, ou o Teatro dos Grandes atores, prepare-se para se sentir um lixo! Ou então faz igual a mim, aperte o botão abaixo:

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Democracia na Televisão!


Enquanto a TV Digital não chega para revolucionar a vida das pessoas, o Pitaco descobriu como democratizar ainda mais a infame Televisão. Um belíssimo programa que não apenas dá poder de decisão ao espectador como também democratiza o que hoje é comercializado a preços exorbitantes.

Para quem não conhece, apresento-lhes o MEGACUBO. Deixarei abaixo o link para download direto do site baixaqui. Instalei no meu Micro hoje e posso dizer que exceto o excesso de propagandas (alguém tem que bancar os custos), nada tenho a reclamar. Assisti um jogo de futebol que só poderia acompanhar pelo globo esporte on line e apesar da derrota do meu time, estou muito satisfeito. Nada de R$ 60 por mês para assistir os jogos do brasileirão.

Deixo aqui espaço (como sempre) para comentários sobre o programa.

Boa programação para todos!

sábado, 16 de abril de 2011

Vou ter que elogiar outro Flamenguista!?


Um deputado arruma inimizades por abrir mão de seus privilégios. Tem gente que não quer que a moda pegue.

O nome dele é José Antônio Reguffe (PDT-DF). Não quero me extender muito pois vou deixar ao fim do post a matéria onde pode-se ter muitos detalhes sobre o Deputado.

O que faço questão de explicitar aos leitores do Pitaco é algo que gera muitas controvérsias, mas esse que vos escreve ainda acredita: Podemos ter esperança na política.

O cara é novo, 38 anos apenas. Abriu mão do que vai significar cerca de R$ 2,3 milhões em benefícios ao fim do seu mandato. Só esse fato, e reitero, apenas esse fato, já faz dele um político diferenciado. Nosso deputado mais votado na história, o semi-analfabeto palhaço Tiririca não apenas fez questão de distribuir cabides de emprego, como já gastou verbas públicas em um resort nordestino. Não é estranho saber que isso não gerou inimizades no congresso ao Deputado Palhaço? Já o Deputado Reguffe abre mão de diversos auxílios e já consegue gratuitamente inimigos no seu ambiente de trabalho.

E nós? Você já tinha ouvido falar desse Deputado? Caso tenha ouvido falar, sabia dos "auto-cortes" que ele fez? Eu particularmente até ler a matéria não sabia da existência desse político. Nossa imprensa tá muito ocupada com o "Especial Welington Menezes de Oliveira", incentivando novos talentos serial Killers, e desviando a atenção das promessas do governo quanto as outras tragédias.

O Deputado Reguffe prova que se um político ir a Brasilia combater Brasília, já é um grande começo. Saber que 90% do que o governo arrecada serve para alimentar a máquina gorda e sedentária, dá ânsias de vômito. A matéria também vai denunciar que se todos os deputados seguissem o exemplo de Reguffe, significariam ao fim do mandato uma economia de R$ 1,2 bilhão. É muito dinheiro né! Fala a verdade. Com muitissimo menos que isso, o menino que hoje no globo esporte pediu uma casa para ele e o Pai não precisaria depender de jogador de futebol para isso. Na verdade, com uma grana dessa, se reconstruía o morro do Bumba e a Região dos Lagos, ao invés de bancar paletó para deputado em Brasília.

Ele também é contra a construção do Trem Bala. Aliás, acho que a entrevista foi tendenciosa. Ele não é contra, só vê que existem coisas mais prioritárias. ÓBVIO! Já existe uma ponte-aérea entre Rio e São Paulo. De ônibus são só 5 horinhas. Agora na boa, vamos ser racionais. Do que adianta um Trem Bala entre Rio e São Paulo, se você vai chegar no destino e levar horas preso num engarrafamento? Coisa de imbecil! Você sai do Rio, ou vice versa, leva 30 minutos para chegar em outro estado, e três horas preso num engarrafamento dentro da própria cidade. Prefiro um trem bala da Barra da Tijuca ao Centro do Rio. Isso sim é emergencial.

É claro que o Deputado coloca itens ainda mais prioritários, como Saúde, Educação e Segurança Pública. Até a imprensa anestesia brasileira vêm mostrando isso nas tragédias que se sucedem.

Agora o que gostei mesmo foi de saber que tem alguém defendendo o fim do voto obrigatório. Não sei se é só demagogia e melancia para aparecer, mas vale a pena saber que ao menos tem alguém com proposta tramitando para acabar com essa covardia. Deixar gente despolitizada, analfabeta ou com má vontade decidir quem vai comandar a política brasileira.

Vamos fazer propaganda desse cara. Se não adianta fazer o brasileiro lembrar dos que fazem merda, vamos ao menos tentar manter na memória os que tentam fazer alguma coisa. E além disso torcer para que esse cara não seja um falácia ou um engodo.

Mas como ninguém é perfeito, o cara é flamenguista, mas mereceu seu espaço no Pitaco Público.

Desastre de Friburgo versus Tragédia de Realengo!

Descobri quem deve estar feliz da vida com o massacre da escola de Realengo: O Governo. Hoje assistindo um menino (vítima das chuvas em Friburgo) no globo esporte pedir uma casa para o jogador Leo Moura do Flamengo, lembrei-me: Onde está o governo? Sergio Cabral e corja que tinha prometido dar assistência e apoio àquelas vítimas.

Espero que não seja o tipo de assistência que a polícia militar dava a vítimas da tragédia no morro do Bumba dias atrás: Spray de pimenta na cara das vítimas, inclusive crianças.

Vou te dizer onde eles estão: Escondidos atrás da tragédia da escola de Realengo. Como o Morro do Bumba e tragédia da região Serrana não é mais a "menina dos olhos" da nossa imprensa irresponsável, ninguém mais quer saber como estão as vítimas da tragédia anterior, exceto as próprias vítimas. O governo também agradece o desastre natural no Japão, que foi o pioneiro a dar uma desviada na atenção de todos.

Quanto ao pessoal da escola, foi garantido a eles verba para reforma do colégio, painel homenageando as vítimas, nova biblioteca nas salas onde aconteceram o crime entre outras melhorias. Mas é melhor que eles torçam para continuar sendo manchete dos jornais. Se acontecer qualquer outra desgraça, o governo pular uma casinha e largar vocês com a polícia militar e seus sprays de pimenta.

Enquanto nada acontece, o governo fica escondidinho, quietinho, esperando a próxima desgraça, para deixar de cumprir o que prometeu na desgraça anterior!